Acabou de sair uma nova versão de "defender o cliente/lado deles". É isso que quero dizer sobre abordagens "morais" sobre questões de real-politik. Curiosamente, a interpretação mais flagrante que já vi sobre a realidade jurídica consensual anterior – pessoalmente – foi a de advogados de esquerda argumentando que (1) a primeira regra do país seguro não se aplica realmente em casos de asilo e (2) a palavra "mulher" inclui homens.