A Suprema Corte da Virgínia assumiu o caso da emenda ao redistritamento — e se recusou a impedir o referendo de 21 de abril. A Corte negou as moções para suspensão, o que significa que a votação da emenda constitucional seguirá adiante antes que a Corte decida o mérito. Resumindo: os virginianos votarão primeiro. A Suprema Corte decidirá depois. Ou, para um monte de palavras legais elaboradas: isso é horrível.