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Quando eu tinha 7 anos, meu pai me perguntou o que fazia parte do preço de um sanduíche. Pensando cuidadosamente, respondi.
A alface, o tomate, o pão e a carne.
Não considerei corretamente. Estava com alguns custos a menos, como meu pai estava ansioso para apontar. Eu havia esquecido o trabalho do trabalhador, o aluguel da terra, os custos de marketing da rede. Eu não estava vendo o quadro completo.
Hoje todos estamos cometendo um erro semelhante com a IA. Não estamos considerando o que não pode ser considerado. Por mais estranhas que fossem para a criança de 7 anos essas cobranças excessivas, também são os efeitos posteriores da IA.
Em 1850, se você tivesse dito a um carreteiro que sua carruagem cavalo logo seria obsoleta, ele teria imaginado um mundo de fome em massa para homens de sua habilidade. Ele conseguia entender o conceito de uma carruagem mais rápida, mas não conseguia imaginar o sistema rodoviário interestadual, o mercado imobiliário suburbano ou a indústria de motéis à beira da estrada. Não eram apenas produtos novos; eles eram uma arquitetura social totalmente nova.
Atualmente estamos no lugar dos motoristas. Vemos a IA automatizando os ingredientes da nossa economia atual — a escrita, a programação, a entrada de dados — e tememos o vazio. Mas a história mostra que a humanidade não cai no vazio; Ele constrói um piso sobre ela.
Karl Marx olhou para os moinhos satânicos e sombrios do século XIX e viu um ponto terminal. Ele argumentava que, à medida que os meios de produção se tornassem mais eficientes, o capital se consolidaria e o trabalho se tornaria uma mercadoria sem valor. Ele acreditava que o capitalismo acabaria se consumindo porque ficaria sem coisas para as pessoas fazerem.
Marx estava errado porque via a utilidade humana como uma torta fixa. Ele não entendia que a tecnologia não apenas subtrai o trabalho; Isso muda a natureza do que consideramos valioso.
Quando o tear mecânico tornou o tecido barato, não paramos de comprar roupas. Em vez disso, inventamos a indústria da moda. Criamos gestão de marca, psicologia do varejo e engenharia têxtil.
Passamos de um mundo onde todos possuíam duas empresas para um mundo onde milhões de pessoas trabalham no ciclo das tendências sazonais.
Na era da máquina a vapor, "feito à mão" era sinal de pobreza. Hoje, é um luxo. Já estamos vendo uma mudança em que o toque humano — o artesanal, o presencial e o fisicamente presente — está se tornando o setor de maior margem da economia.
Cada vez que automatizamos uma tarefa simples, movemos o humano para uma mais complexa. Não paramos de precisar de contadores quando o Excel foi inventado... Simplesmente começamos a pedir aos contadores que realizassem modelagens financeiras muito mais sofisticadas.
A criança de 7 anos sente falta do aluguel e do marketing porque são abstrações. Da mesma forma, temos dificuldade em enxergar os empregos de 2040 porque eles dependem de problemas que ainda nem enfrentamos. Podemos ver o surgimento de Personal Data Stewards, que gerenciam a interação entre nossas vidas privadas e modelos públicos de IA, ou Reality Architects, que garantem que os espaços virtuais que habitamos sejam psicologicamente fundamentados.
O mundo se resolve porque os humanos são fundamentalmente inquietos. Não toleramos um vácuo de propósito, buscamos sempre uma função superior.
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