Se você está nos Estados Unidos, provavelmente já percebeu que esse novo sistema de pagamento, o Zelle, conquistou o mundo dos normais. E por normais, não quero dizer jovens de 22 anos em Nova York ou São Francisco, mas seu encanador, sua empregada doméstica ou o cara que limpa sua garagem. O mais louco sobre o Zelle é que ele é um produto técnico muito ruim. Basicamente, é uma pré-confirmação para ACH e permite que o usuário use um endereço de e-mail ou número de telefone como proxy para um bom e velho número de conta ACH e número de roteamento para o banco. Mas está tendo sucesso de maneiras que Venmo, PayPal, Cash App e todos esses outros sistemas de pagamento rápido nunca conseguiram porque estão conectados às coisas chatas e bobas que pessoas comuns usam. Por mais que reinventemos a roda nas criptomoedas, a distribuição continua sendo rei. Entrar nos canais de distribuição existentes onde as pessoas já operam já está muito além do método de adoção e tentar fazer com que eles transferam todo o fluxo de trabalho para lá. É por isso que essa notícia é interessante. Não é porque a tecnologia é inovadora ou porque a experiência do usuário é tão boa. Na verdade, quase certamente será pior do que simplesmente enviar USDC por uma carteira normal, mas a distribuição aqui é basicamente incomparável.