A administração Trump criou uma "indústria de perdão" onde "os solicitantes de perdão rotineiramente oferecem pagar [lobistas] até 1 milhão de dólares ou mais, muitas vezes com bônus acionados por um resultado bem-sucedido", informa o NYT. Uma das pessoas que foi perdoada com sucesso foi o golpista de impostos em casas de repouso, o rabino Joseph Schwartz — visto na foto com o advogado e lobista Josh Nass — que foi condenado a 36 meses de prisão por seu envolvimento em um esquema de fraude fiscal de 38 milhões de dólares. Laura Loomer ajudou a fazer lobby pela libertação de Schwartz alegando que a sentença do rabino era um exemplo de "antissemitismo óbvio." "Menos de duas semanas após sua confissão de culpa ser aceita, com a data de rendição se aproximando e Otisville se aproximando, o Sr. Schwartz contratou os conspiracionistas de direita Jack Burkman e Jacob Wohl para fazer lobby por um perdão presidencial, segundo documentos no Congresso", relata o NYT. Burkman e Wohl "indicaram em particular que recrutaram a Sra. Loomer para ajudar na campanha de clemência de Schwartz", relatou o Times, embora Loomer negue ter sido pago e insista que seu caso "foi apresentado à atenção dela em um grupo de conversa relacionado a causas judaicas."