Os últimos JOLTS (Vagas de Emprego e Rotatividade de Mão de Obra) já foram divulgados para janeiro de 2026 (pelo BEA). - As vagas de emprego aumentaram 6,9 milhões (4,2%), pouco mudou em relação a dezembro, que foi levemente revisado de 6,542 para 6,55 milhões (4,0%). Novos empregos em janeiro foram adicionados principalmente em finanças e seguros (+184.000), mas permaneceram abaixo da média anual de 2025. Embora pouco tenha mudado, as aberturas conseguiram se recuperar da menor taxa de 6,55 em mais de cinco anos em dezembro e vieram antes das expectativas do mercado (6,7 milhões). - As contratações subiram 5,3 milhões (+3,3%), praticamente estáveis em relação aos 5,3 milhões de dezembro (3,3%). ​ - O total de separações foi de 5,1 milhões (3,2%), ligeiramente abaixo dos 5,2 milhões (3,3%) de dezembro. ​ - Dentro das separações: demissão de 3,1 milhões (taxa de 2,0%), demissões e dispensas de 1,6 milhão (taxa de 1,0%), ambos pouco alterados. No geral, isso pinta o quadro de um mercado de trabalho estagnado, mas ainda não em colapso, em janeiro.
O Índice de Emprego Independente da Truflation apresenta uma história semelhante de estagnação no mercado de trabalho. - O total de empregos não agrícolas foi de 142,4 milhões em fevereiro, atingindo um platô estável, não muito distante do recorde de 143,5 milhões em 2024. - A verdadeira história está na mudança trabalhista, ou seja, nas novas folhas de pagamento não agrícolas, que recentemente atingiram seus níveis quase mínimos em 3 anos, sinalizando que o crescimento do emprego está parando. Confira nosso índice ⬇️ de emprego
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