No dia 18 de junho, tive uma troca de mensagens com Charlie Kirk. Ele disse que passaria dois dias inteiros na Casa Branca tentando persuadir o presidente Trump a não iniciar uma guerra com o Irã. Considerando que Charlie era próximo do presidente e representava um grande contingente essencial para Trump, e que muitos defensores da guerra com o Irã viam um ataque dos EUA como urgentemente necessário para a sobrevivência de Israel, é razoável questionar se sua recusa em recuar diante de sua oposição firme de alguma forma resultou em seu assassinato. Uma boa investigação poderia ter resolvido a questão. O que temos só aumenta a preocupação. Fazer essa pergunta pode ser imperdoável, mas de forma alguma é irrazoável. Charlie estava em uma posição forte para nos impedir de fazer o que fizemos agora, e o momento de sua morte o tirou da equação e provavelmente mudou o curso da história — como o próprio Charlie temia que pudesse acontecer.
Se algo acontecesse comigo, esse tweet valeria a pena retornar. Não gosto dos riscos, mas eles precisam ser enfrentados. Charlie merece justiça, e precisamos entender o que está acontecendo com nossa República. Boa sorte para todos nós.
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