Agora é oficial! Os Estados 🇺🇸 Unidos, por meio da OFAC, atualizaram as licenças 48B, 49A e 50A, autorizando qualquer empresa americana a fornecer tecnologia, serviços e operações para o sistema elétrico venezuelano. Isso inclui geração, transmissão, armazenamento e distribuição de eletricidade. Em outras palavras: as empresas americanas de mineração de Bitcoin podem investir diretamente, reativar usinas termoelétricas, estabilizar a rede e evitar colapsos, assim como já afirmei. A proposta para financiar a reativação do setor de energia por meio de Joint Ventures com empresas americanas de mineração de Bitcoin, assinando PPAs para gerar, transmitir e vender energia sem dívida ou emissão monetária, está cada vez mais tomando forma. Vamos lembrar: precisamos de 2.000 MW e ~2.000 milhões de dólares para dobrar a produção de petróleo. Com isso, passamos de 8 GW em Guri (capacidade de 10 GW) para um total de 30-36 GW, cobrindo a demanda de 13 GW ou mais para reativar a indústria e repatriar venezuelanos. O objetivo: zero apagões, Venezuela como potência energética. A mineração de Bitcoin não é o fim, mas o catalisador para um ganha-ganha: venezuelanos, indústria, empresas estrangeiras e o Estado. O gigante da mineração digital está despertando! 🇻🇪