Acabei de almoçar fascinante com um graduado de Stanford de 22 anos. Garoto esperto. Currículo perfeito. Mas algo parecia errado. Ele ficava parando no meio da frase, procurando palavras. Não palavras complexas – palavras básicas. Como se o cérebro dele estivesse amortecendo. Finalmente perguntei se ele estava bem. A resposta dele...