Eles escanearam a Grande Pirâmide com a mesma tecnologia usada em reatores nucleares. O que apareceu lá dentro não faz sentido. Usando tomografia por múons, a mesma técnica de imagem por raios cósmicos usada para escanear vulcões e reatores nucleares, pesquisadores sobrepuseram a configuração interna da Grande Pirâmide aos resultados tomográficos. Mas o que você vê nessas imagens virais não é o que realmente existe. São dados brutos, como uma foto tirada com corpo de câmera e sem lente. A imagem existe, mas é desfocada, digamos Biondi. É necessário um processo matemático (uma transformada de Fourier) para "desenvolver" essa imagem em algo legível. Ou seja, as anomalias detectadas dentro da pirâmide tiveram que sobreviver a múltiplas camadas de processamento rigoroso de dados antes que alguém sequer reconhecesse que eram reais. Se a Grande Pirâmide fosse apenas um túmulo, por que ela continua revelando estruturas ocultas que a egiptologia nunca previu e que só a física de partículas de ponta pode detectar? Episódio já disponível!