Algo que precisei me perguntar há alguns meses: > Que coisas posso fazer hoje que não vou conseguir fazer daqui a 10 anos? Talvez em 5 anos? Realmente fez sentido. Agora passamos a vida presos em um ciclo interminável de dopamina barata, ocupados sentados em uma mesa em frente a uma tela, consumidos pelas redes sociais, correndo atrás do dinheiro às custas da vida e estimulados por necessidades materiais. Aquela sensação de "sempre terei tempo" é uma armadilha. Você não vai. A vida só é apertada quando você entende que é efêmera. Há uma tendência cada vez maior de as pessoas passarem mais tempo vendo como os outros vivem nas redes sociais do que vivendo suas próprias experiências significativas. Informação que é puro ruído. Rolando para baixo sem parar. E não importa o quanto você progrida, o quão bem sua vida esteja organizada — o algoritmo vai garantir que encontre pessoas que estão indo melhor que você, forçando a inevitável comparação. Pura insatisfação. É simplesmente triste. Nunca vi um <happy> cara rico sentado no Cipriani com um amante tão feliz quanto um <happy> cara normal se perdendo com amigos na Indonésia ou no Brasil. Não seja o cara que se arrepende quando está velho. Busque a vitalidade. Também trabalhe duro. Seja ambicioso. Conseguir dinheiro. Mas faça isso com propósito! Essa é a chave. ...