Déficit na zona do euro com a China subindo novamente — desta vez tanto por importações mais altas quanto por exportações menores 1/
O crescimento das importações em termos nominais acelerou após a queda de abril para outubro (uma queda que não apoia a história da deflexão, mas pode refletir a força do Euro em relação ao CNY) 2/
No caso da China, porém, o primeiro trimestre pode ser complicado — as importações europeias da China em março do ano passado foram muito fortes (atraso no ano novo) e isso pode estar influenciando os números ano e ano. Mas sem dúvida as importações continuam subindo 3/
As exportações da zona do euro têm sido muito voláteis no último ano — mas quase todas vindas dos EUA e oscilações nas exportações farmacêuticas da Irlanda (embora os números estejam começando a parecer ruins, mesmo fora da indústria farmacêutica) 4/
e um lembrete — visto corretamente (descontando as exportações de produtos farmacêuticos da Irlanda para os EUA, motivadas por impostos...) as exportações da zona do euro estão estáveis há algum tempo (esse é o choque da China, na minha opinião) e o comércio de bens da zona do euro está basicamente equilibrado 5/
A crise de Hormuz vai puxar o comércio de bens de destaque para um equilíbrio (se não um déficit) e o saldo ex-Irlanda para um déficit — muito previsível 6/
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