Nas últimas semanas, Carrie Prejean Boller reclamou que foi removida da Comissão Presidencial sobre Liberdade Religiosa por causa de suas crenças católicas, e ela me criticou e a outros membros católicos da comissão por não defendê-la. Isso é absurdo. A Sra. Prejean Boller não foi demitida por suas convicções religiosas, mas sim por seu comportamento em uma reunião da Comissão no mês passado: pressionar testemunhas, afirmar agressivamente seu ponto de vista, sequestrar a reunião para seus próprios fins políticos. A posição católica sobre questões de "sionismo", à qual subscrevo plenamente, é a seguinte: todas as formas de antissemitismo devem ser condenadas inequivocamente; o Estado de Israel tem direito de existir; mas a nação moderna de Israel não representa o cumprimento das profecias bíblicas e, portanto, não passa despercebida por críticas. Se a Sra. Prejean Boller foi demitida por manter essas crenças, é difícil entender por que ainda sou membro da Comissão. Se pintar como vítima de preconceito anticatólico ou afirmar que sua liberdade religiosa foi negada é simplesmente absurdo.