A tomografia não morreu. O público que fazia o filme parecer vivo nunca foi o objetivo. A camada de vigarista-influenciador secou e todos que só acompanhavam essas contas acham que toda a plataforma desapareceu. Enquanto isso, os construtores ainda estão enviando, protocolos continuam sendo implantados, e as conversas técnicas estão melhores do que em dois anos. O que as pessoas não percebem é o Twitter cripto. Elas sentem falta da dopamina de ver os números subirem enquanto estranhos validavam suas bolsas. Aquela época era divertida, mas nunca sustentável e nunca foi a verdadeira cultura. A relação sinal-ruído está a melhor desde 2020. Se sua linha do tempo está morta, isso é um problema de curadoria, não de plataforma.