Quatro economias globais. Quatro problemas diferentes. Na África, as taxas de remessa tradicionais têm uma média de 8,45% — entre as mais altas do mundo. Os stablecoins agora representam 43% do volume de transações de ativos digitais. No Sudeste Asiático, 77 milhões de freelancers trabalham além-fronteiras. 43% dos pagamentos B2B transfronteiriços agora são feitos através de stablecoins. Na América do Sul, a inflação penaliza quem detém moeda local. 71% da atividade de stablecoins é de pagamentos transfronteiriços — trabalhadores exigindo estabilidade em dólares. Na Europa, 58% das empresas estão a mudar para pagamentos em stablecoins. Para mais de um terço, a razão é simples: os concorrentes já o fazem. Quatro problemas diferentes. Uma resposta.