Costumo encontrar o argumento de que devemos usar reatores navais para fins civis porque já resolveram questões de fiabilidade e longevidade. Um problema com esse argumento é que a Marinha pode usar urânio altamente enriquecido, de grau bélico. Isso é importante porque os reatores precisam de reabastecimento com muito menos frequência. Em alguns submarinos, nunca durante toda a sua vida útil de mais de 33 anos. Os reatores navais também são extremamente caros, o que não é um problema para a Marinha. Mas é um grande problema ao tentar criar um produto que possa competir com os combustíveis fósseis.