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Durante o período médio e tardio do reinado de Qianlong na dinastia Qing, a concentração de terras era grave, os impostos eram pesados, a corrupção era generalizada e desastres naturais ocorriam com frequência, acumulando descontentamento entre o povo. Qianlong precisava desviar a atenção e intimidar potenciais rebeldes. A corte criou um clima de "todos com medo" através de rumores sobre "feitiçaria de chamar almas" e prisões em massa. O povo, insatisfeito com a opressão econômica do governo, passou a temer os "demônios que cortam tranças", chegando até a se vigiar e delatar uns aos outros (semelhante a um sistema de incentivo à delação). Isso era mais insidioso do que a repressão direta, pois a população direcionava seu medo para "forças externas malignas", e não para a própria corte. Durante esse período, houve um pico de casos de censura literária (mais de 130), e os casos de chamar almas coincidiram com a proibição de livros, resultando em muitos oficiais locais sendo duplamente culpados por "ocultar livros subversivos" ou por não lidarem adequadamente com os casos de chamar almas, envolvendo o sistema burocrático em um clima de terror. Qianlong usou esses casos para fortalecer o poder imperial, reorganizar a burocracia e criar medo para manter a estabilidade. Isso reprimiu efetivamente o descontentamento popular a curto prazo, mas também expôs a absurda e cruel natureza do regime autocrático. A história é sempre semelhante; criar medo e desviar conflitos são métodos muito eficazes. Se você vê diariamente muitas coisas perigosas ao seu redor, que parecem ser causadas por "pessoas de fora", ou se há pessoas más ao seu redor esperando que você as denuncie, então você já está dentro do jogo.
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