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O Presidente Donald Trump precisa agir de forma decisiva para acalmar a situação. No domingo, o Irão afirmou que o Estreito de Ormuz permanece aberto a todos os navios, exceto aqueles dos seus "inimigos". O Presidente Trump deve tratar isso como uma resposta positiva ao seu ultimato e abandonar a campanha de bombardeios contra o Irão.
O Presidente Trump não deve continuar a alimentar a ilusão de que uma campanha aérea em maior escala pode rapidamente forçar o Irão à submissão. Bombardear as centrais elétricas do Irão causaria, de fato, maiores danos ao país, mas não ajudaria a reabrir rapidamente o Estreito de Ormuz. Além disso, a retaliação do Irão contra os estados do Golfo levaria a perdas regionais ainda maiores, e os preços do petróleo disparariam acentuadamente.
Enquanto o Irão não ceder, o Estreito de Ormuz não poderá alcançar uma navegação sustentada e segura sob a proteção dos EUA e seus aliados. A instabilidade no Estreito levará a uma volatilidade prolongada nos preços do petróleo, enquanto qualquer aventura militar em terra aumentaria as baixas dos EUA—não trazendo ao Presidente Trump qualquer benefício político.
Os EUA simplesmente não podem forçar o Irão a uma rendição incondicional sem lançar uma invasão terrestre em grande escala. Tal objetivo é demasiado oneroso; arrastaria todo o mandato do Presidente Trump para o conflito e não é fundamentalmente o risco que ele originalmente pretendia.
Esta é, sem dúvida, uma guerra mal orientada, mas o Presidente Trump ainda poderia retratá-la como uma "vitória" nos seus próprios termos. Ele precisa retirar-se o mais cedo possível e cortar as suas perdas políticas.
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